Governo conclui 1ª Oficina Temática de Comissão Técnica de Classificação do sistema penitenciário

22/06/2016

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), concluiu, na última quinta-feira (16), as atividades da 1ª Oficina Temática de Comissão Técnica de Classificação (CTC) do Sistema Penitenciário do Maranhão. O evento aconteceu no auditório da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), bairro Vila Palmeira, e teve como tema a “Sistematização da prática profissional das equipes multidisciplinares do sistema prisional do Maranhão”.

A CTC, que elabora o Plano de Individualização da Pena (PIP), é responsável pela seleção e inclusão de detentos em projetos de cunho social, educacional e laboral desenvolvidos pela Seap. Com início na última terça-feira (14), o evento objetivou prestar orientação técnica para alinhar os trabalhos realizados pelas CTC´s nas 13 unidades prisionais da região metropolitana de São Luís.

A oficina, que se deu tanto no âmbito prático quanto teórico, foi destinada aos membros das comissões, diretores de unidades prisionais e especialistas penitenciários. Durante os três dias de programação, mais de 130 servidores do sistema prisional do estado foram beneficiados com palestras como, por exemplo, “A contribuição da Comissão Técnica de Classificação no acompanhamento da individualização da pena”.

1ª Oficina Temática de Comissão Técnica de Classificação

Entre os trabalhos oferecidos nos três dias de evento, houve ainda a oficina de aplicação de instrumentais técnicos da CTC. Para a supervisora da CTC, Gislaine Araken, o evento foi fundamental para esclarecer dúvidas pertinentes à dinâmica do trabalho desenvolvido pelas CTC´s nos estabelecimentos carcerários.

“A relevância desse trabalho é que, por meio dele, se constroem espaços dinâmicos de integração e ressocialização de transformação permanente, possibilitando, ao interno, momentos de interação e reflexão”, afirmou Gislaine.

O psicólogo Ângelo Macedo ressaltou que ações como essa refletem, de forma positiva, no sistema carcerário. “Essa ação faz parte do processo continuo de capacitação e qualificação do servidor, o que proporciona bons frutos ao sistema prisional e, consequentemente, aos internos que ali se encontra”, disse o psicólogo.