Subsecretário da Seap participa da Apresentação do Mapa de Organizações Criminosas 2024
Na manhã desta terça-feira (01), o Subsecretário da Seap MA, Fredson Pinheiro Maciel, marcou presença no lançamento do Mapa das Organizações Criminosas 2024, relatório desenvolvido pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), por meio da Diretoria de Inteligência Penitenciária (DIPEN) que revela a extensão do crime organizado no Brasil, usando como base o sistema prisional e a presença de detentos faccionados em cumprimento de pena nas unidades prisionais do país.
O evento contou com a participação do Secretário Nacional de Políticas Penais, André Garcia; do Secretário Nacional de Segurança Pública, Mário Sarrubbo; do Diretor de Inteligência da SENAPPEN, Antônio Glautter, e o Diretor do Sistema Penitenciário Federal, Marcelo Stona. Além deles, participaram ainda secretários de Administração Penitenciária dos Estados, diretores das penitenciárias federais, gestores de inteligência penitenciária, integrantes da Rede de Inteligência Penitenciária, além de representantes da Polícia Militar do DF, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal focou em estratégias de combate ao crime organizado no Brasil
O Mapa das Organizações Criminosas 2024 tem como objetivo centralizar informações estratégicas que possam nortear as políticas de segurança pública. Através dessa análise detalhada, é possível identificar os pontos críticos, tendências de atuação, lideranças das facções e o surgimento de novos grupos criminosos, facilitando a coordenação de ações preventivas e repressivas.
De acordo com o Secretário da Seap, Murilo Andrade de Oliveira, o mapeamento é uma ferramenta essencial para que possamos compreender as redes complexas do crime organizado e, com base nessas informações, planejar ações eficazes para combater essas organizações. “Esse esforço conjunto visa não apenas melhorar a gestão do sistema prisional, mas também fortalecer a segurança pública como um todo. Com uma compreensão mais precisa das dinâmicas do crime organizado, o sistema de justiça poderá atuar de forma mais segura, eficiente e coordenada, garantindo a proteção da sociedade e o controle do ambiente prisional.”, conclui.